AFETIVIDADE SÓ EM INGLÊS?

Por que as emoções de carinho, amor, atenção e afeto devem sempre ser associadas nas publicidades ou nos vídeos divulgados em Internet a canções norte-americanas estereotipadas, provenientes exatamente de um lugar onde sentimentos desse tipo escasseiam sempre mais e onde a violência virou produto de exportação? Aqui na Itália é a mesma coisa: cada vez que em um vídeo vemos imagens de amor ou afeto a presença de uma música pop norte-americana é garantida em meio a suspiros e melodias idiotas. Por que? Lançamos hoje esse primeiro tema para debate no nosso Blog. 

 

 

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Commenti: 4
  • #1

    Dulce Chicayban (sabato, 20 maggio 2017 18:02)

    O inovador sempre vê ao longe e vocês tão cedo, Ainda tão jovens, viram o Brasil que ainda hoje lutamos para que seja visto. E amado. E protegido. E cantado em verso e prosa. E pintado com as cores mais vivas. Pintado de verde e amarelo, como deve ser! Parabéns pelo site!

  • #2

    Alberto (sabato, 20 maggio 2017 19:15)

    Minha querida irma, voce foi a primeira pessoa a deixar uma mensagem no Blog! Sei que voce, mais jovem do que nos, também via longe e sabia que a saida nao se encontrava na queda da ditadura, mas no amadurecimento do nosso povo. Obrigado pela sua mensagem!

  • #3

    Mauro Oddo Nogueira (sabato, 20 maggio 2017 23:50)

    O Maria Déia foi das coisas mais criativas e originais da música brasileira da época. E com um primor técnico raramente encontrado.
    No cenário cultural atual do país, faz muito mais falta do que aquela que já havia na memória afetiva dos que o conhceram...

  • #4

    Alberto (domenica, 21 maggio 2017 08:30)

    Querido Mauro, fiquei muito feliz em receber a sua mensagem. Tenho em grande consideraçao sua opiniao e agradeço profundamente suas palavras. No Grupo Maria Déia tivemos uma escola e pudemos aprender trabalhando duro em uma época que colocava diante de nos todas as dificuldades possiveis, da censura à impossibilidade de distribuir um disco; do fim dos concertos nas universidades ao fechamento das radios a iniciativas como as nossas. Nossas gavetas ainda estao cheias de material que poderia ser publicado e, apesar da distancia geografica, estamos verificando a possibilidade de um Grupo Maria Déia 2.0!